segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mais um grande Mineiro (Brasileiro) no andar de cima! Fica o nosso obrigado!



Aparentemente quixotesco prestou serviço inestimável a esta nação. Birrento, intransigente, as vezes deselegante, Itamar Augusto Cautiero Franco, na sua vida pública foi sempre coerente com seus princípios e com a democracia. Como destacou Mauro Santayana, "Itamar não foi um político definido pelos estereótipos. Destacaram-se em sua personalidade e ação política os dois sentimentos que orientam os grandes homens públicos de Minas: o do nacionalismo – que vem da Inconfidência - e o da justiça social. Não há como negar a Itamar o alinhamento ideológico à esquerda. ".

Novamente atrasado pela nossa falta de tempo, fica o nosso agradecimento por sua vida dedicada a este país!

domingo, 12 de junho de 2011

Minha Namorada!


Hoje é o dia dos namorados, e esta vai para Su, te amo minha namorada, esposa, amiga, companheira, confidente.....

Meu poeta eu hoje estou contente
Todo mundo de repente ficou lindo
Ficou lindo de morrer
Eu hoje estou me rindo
Nem eu mesma sei de que
Porque eu recebi
Uma cartinhazinha de você

Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ter
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber porque

E se mais do que minha namorada
Você quer ser minha amada
Minha amada, mas amada pra valer
Aquela amada pelo amor predestinada
Sem a qual a vida é nada
Sem a qual se quer morrer
Você tem que vir comigo
Em meu caminho
E talvez o meu caminho
Seja triste pra você
Os seus olhos tem que ser só dos meus olhos
E os seus braços o meu ninho
No silêncio de depois
E você tem de ser a estrela derradeira
Minha amiga e companheira
No infinito de nós dois

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Para distrair e se encantar


Como faz bem para os ouvidos e o coração tamanha beleza de arranjo! Para quem não conhece, o Perpetuun Jazzile é um coral Esloveno que  canta jazz e música popular com arranjos maravilhosos. Deixo para vocês o que eu mais gosto.

Africa


I hear the drums echoing tonight
But she hears only whispers of some quiet conversation
She's coming in 12:30 flight
The moonlitgth wings reflect the stars that guide me towards salvation
I stopped an old man along the way
Hoping to find some long forgotten words or ancient melodies
He turned to me as if to say, "Hurry boy, it's waiting there for you"

(Chorus)
It's gonna take a lot to drag me away from you
There's nothing that a hundred men or more could ever do
I bless the rains down in Africa
Gonna take some time to do the things we never had

The wild dogs cry out in the night
As they grow restless longing for some solitary company
I know that I must do what's right
Sure as Kilimanjaro rises like Olympus above the Serengeti
I seek to cure what's deep inside, frightened of this thing that I've become

(Chorus)

Hurry boy, she's waiting there for you

It's gonna take a lot to drag me away from you
There's nothing that a hundred men or more could ever do
I bless the rains down in Africa, I bless the rains down in Africa
I bless the rains down in Africa, I bless the rains down in Africa
I bless the rains down in Africa
Gonna take some time to do the things we never had

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A classe média do Brasil "A fructibus cognoscitur arbor"



Maravilhosa a crônica de hoje de Luís Fernando Veríssimo no Estadão. Ele desnuda de uma forma bem humorada como pensa mal à classe média nacional.


 






Por: Luís Fernando Veríssimo


Diálogo urbano, no meio de um engarrafamento. Carro a carro.

- É nisso que deu, oito anos de governo Lula. Este caos. Todo o mundo com carro, e todos os carros na rua ao mesmo tempo. Não tem mais hora de pique, agora é pique o dia inteiro. Foram criar a tal nova classe média e o resultado está aí: ninguém consegue mais se mexer. E não é só o trânsito. As lojas estão cheias. Há filas para comprar em toda parte. E vá tentar viajar de avião. Até para o exterior - tudo lotado. Um inferno. Será que não previram isto? Será que ninguém se deu conta dos efeitos que uma distribuição de renda irresponsável teria sobre a população e a economia? Que botar dinheiro na mão das pessoas só criaria esta confusão? Razão tinha quem dizia que um governo do PT seria um desastre, que era melhor emigrar. Quem pode viver em meio a uma euforia assim? E o pior: a nova classe média não sabe consumir. Não está acostumada a comprar certas coisas. Já vi gente apertando secador de cabelo e lepitopi como e fosse manga na feira. É constrangedor. E as ruas estão cheias de motoristas novatos com seu primeiro carro, com acesso ao seu primeiro acelerador e ao seu primeiro delírio de velocidade. O perigo só não é maior porque o trânsito não anda. É por isso que eu sou contra o Lula, contra o que ele e o PT fizeram com este país. Viver no Brasil ficou insuportável.

- A nova classe média nos descaracterizou?
 
- Exatamente. Nós não éramos assim. Nós nunca fomos assim. Lula acabou com o que tínhamos de mais nosso, que era a pirâmide social. Uma coisa antiga, sólida, estruturada...

- Buuu para o Lula, então?

- Buuu para o Lula!

- E buuu para o Fernando Henrique?

- Buuu para o... Como, "buuu para o Fernando Henrique"?!

- Não é o que estão dizendo? Que tudo que está aí começou com o Fernando Henrique? Que só o que o Lula fez foi continuar o que já tinha sido começado? Que o governo Lula foi irrelevante?

- Sim. Não. Quer dizer...

- Se você concorda que o governo Lula foi apenas o governo Fernando Henrique de barba, está dizendo que o verdadeiro culpado do caos é o Fernando Henrique.

- Claro que não. Se o responsável fosse o Fernando Henrique eu não chamaria de caos, nem seria contra.

- Por quê?

- Porque um é um e o outro é outro, e eu prefiro o outro.

- Então você não acha que Lula foi irrelevante e só continuou o que o Fernando Henrique começou, como dizem os que defendem o Fernando Henrique?

- Acho, mas...

Nesse momento o trânsito começou a andar e o diálogo acabou.


A tradução da citação latina do título é; "Pelo fruto conheço a árvore"

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Meia Hibernação



Estamos num processo complicado, mistura de trabalho; família e pós-graduação (mestrado), afinal de contas são muitos os papeis que desempenhamos pela vida. Portanto o Blog anda meio que hibernado, mas estou tentando pelo menos uma postagem por mês. Demonstrando algumas canções que tem muito a dizer.

Assim que consseguir me organizar melhor quero rapidamente aumentar a frequência de Publicações. Vale lembrar que como no trabalho viajo para o interior e mais especificamente para fazendas fico um pouco distante da rede pelo menos 3 dias por semana, o que dificulta deveras o acompanhamento dos assuntos do momento para que possa demonstrar os pontos de vista deste que bloga de forma mais up to date!

Enquanto isso vamos como for possível, e vamos que vamos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Um pouco Atrasado ( Muito Obrigado a um Grande Brasileiro)



Um Grande Brasileiro, Prestou um grande serviço a esta nação!

Descanse em paz e leve o nosso muito obrigado!

Viva o Brasil!

Viva José Alencar!

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Plano Brasilerio de Erradicação da Pobreza



A erradicação da pobreza extrema é uma das metas da presidenta Dilma, os pilares do programa em que se pretende alcança-la estão expostos no texto abaixo da ministra Tereza Campello. O plano é sólido para mim faz muito sentido, por isto concordo em gênero número e grau. Contudo, é preciso ficar vigilante para que a sua implementação seja realmente e eficientemente conduzida.


País rico é país sem pobreza

TEREZA CAMPELLO
O plano de erradicação da extrema pobreza terá três eixos: transferência de renda, ampliação de serviços públicos e ações de inclusão produtiva
A nova marca do governo federal demonstra o compromisso da presidente Dilma com a erradicação da pobreza extrema no país. E o primeiro passo nessa direção é o fortalecimento do Programa Bolsa Família, que recebeu significativo aporte de R$ 2,1 bilhões.

Essa medida permite não apenas repor o poder de compra das famílias beneficiárias, com ganho real médio de 8,7% sobre a inflação acumulada de setembro de 2009 a março de 2011, mas, principalmente, concentrar o reajuste na faixa de idade mais vulnerável -entre zero e 15 anos-, que recebeu aumento de 45,5%. A ampliação do valor dado aos jovens entre 16 e 17 anos também foi expressiva, de 15,2%.
Essa determinação torna o programa ainda mais efetivo no combate à pobreza, reforçando os pontos centrais de sua origem: foco nas famílias mais pobres e nas crianças e jovens, parcela da população que apresenta as maiores taxas de pobreza e extrema pobreza.

Hoje, 25% dos beneficiários do Bolsa Família têm até nove anos de idade, e mais de 50% têm idade inferior a 20 anos. O aumento médio de R$ 19 (de R$ 96 para R$ 115) no benefício equivale ao gasto mensal com arroz e feijão de família com quatro membros, por exemplo.

Estudo sobre o perfil dos beneficiários mostra que as famílias direcionam os recursos à compra de alimentos, roupas, remédios e material escolar, dentre outros itens básicos. Garantir mais recursos às famílias pobres tem efeitos positivos na alimentação, saúde e frequência escolar de milhões de crianças e jovens, além de inibir o ingresso precoce no mundo do trabalho.

Assim, manifesta-se uma dimensão estratégica do Bolsa Família: a interrupção do ciclo intergeracional de pobreza. A oferta de educação e saúde é condicionante do programa. O índice de crianças e adolescentes do Bolsa Família fora da escola é 36% menor em relação aos filhos de famílias não atendidas, revela o Inep; a evasão de adolescentes no ensino médio cai à metade, comparada aos jovens não beneficiários.

A progressão escolar também é maior entre as crianças e jovens do Bolsa Família. A desnutrição infantil das crianças menores de cinco anos (período estratégico para o desenvolvimento das capacidades cognitivas) atendidas pelo programa caiu de 12,5% para 4,8%, nos anos de 2003 a 2008.

Além de garantir melhores condições de vida a 50 milhões de brasileiras e brasileiros, o programa ajuda a economia do país.

Cada R$ 1 direcionado ao programa aumenta em R$ 1,44 o PIB. Os beneficiários estão distribuídos por todo o país, mais um instrumento de apoio à redução das desigualdades regionais. Tais números comprovam a importância do Bolsa Família como parte da estratégia do governo de enfrentamento à pobreza.

O plano de erradicação da extrema pobreza terá três eixos: a transferência de renda é um deles. Os outros dois são a ampliação e qualificação dos serviços públicos, com ênfase no acesso, para melhorar as condições de vida dos brasileiros; e as ações de inclusão produtiva, para ampliar as oportunidades. Os três eixos expressam o convencimento de que a pobreza não se reduz ao indicador de renda, mas incorpora a dimensão de bem-estar social. 

Finalmente, estamos inovando no modelo de gestão e monitoramente para garantir o cumprimento das metas do plano.

O melhor investimento público é aquele direcionado ao ser humano. Não seremos uma nação capaz de desenvolver todo o seu potencial enquanto persistir a pobreza, entrave ao desenvolvimento econômico e social. País rico é país sem pobreza.


TEREZA CAMPELLO é ministra de Estado do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. 

quinta-feira, 3 de março de 2011

Saudades da roça!


Moro numa cidade grande meio a contragosto, o que eu gosto mesmo é do interior. Gilberto Gil, fez este lindo lamento por todos nós, que na cidade tem que ficar e portanto, vive contrariado. O interior é lindo e quem é do asfalto não conhece o cheiro de terra molhada e não tem idéia da belezura que é o luar sobre uma mata.

Recomendo a todos que vão ao interior, do seu estado de outros estados, conhecer o Brasil através de seu povo simples , sentir seus aromas, ver e viver as lindas paisagens, e se tudo isso for feito de coração aberto e sem preconceitos será capaz de entender o Lamento do Sertanejo.

Por ser de lá do sertão
Lá do cerrado
Lá do interior, do mato
Da caatinga, do roçado
Eu quase não saio
Eu quase não tenho amigo
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado

Por ser de lá
Na certa, por isso mesmo
Não gosto de cama mole
Não sei comer sem torresmo
Eu quase não falo
Eu quase não sei de nada
Sou como rês desgarrada
Nessa multidão boiada
Caminhando a esmo

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Dia Dois de Fevereiro



Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A sadar Iemanjá
Dia dois de fevereiro
Dia de festa no mar
Eu quero ser o primeiro
A saudar Iemanjá
Escrevi um bilhete a ela Pedindo pra ela me ajudar
Ela então me respondeu
Que eu tivesse paciência de esperar
O presente que eu mandei pra ela
De cravos e rosas vingou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou
Chegou, chegou, chegou
Afinal que o dia dela chegou


Esta música é linda e esta data é muito especial. Não é só dia de festa no mar.

Hoje comemoro aniverssário de casamento

Parabéns para mim e para o meu amor!

sábado, 1 de janeiro de 2011

2011!!! O que há de novo? Veremos! O que há de velho? Não existe o novo sem o antigo!!!


Tudo Novo? Talvez! Provavelmente não! Se não vejamos:

Bem vindo a todos ao ano novo de 2011, no entanto gostaria de lembra-los que não existe o novo sem o antigo!

Primeiramente Política:

Estamos entrando em um novo ano, o primeiro ano e o primeiro dia de governo da primeira mulher presidenta do Brasil! Algo de novo e extremamente significativo mas, é necessário lembrar que em política, a distância que separa o “ideal” daquilo que é “possível fazer” é enorme. E isso caros amigos não é nada original. Contudo apenas isto não quer dizer grande coisa. Pois a acachapante derrota moral e política que as oposições e as elites conservadoras deste país sofreram na ultima eleição pode felizmente trazer novos e inspiradores ventos para o país, porém não se iludam o velho jeito de fazer política ainda está por aí e estará por muito tempo.

Logo, voltemos ao que é ideal e ao que é possível (Real Politiks).

Os ideais da presidenta Dilma Roussef foram marcados a ferro e fogo, temperados na militância política clandestina contra um governo autoritário e ilegítimo, na prisão e na tortura. Isso não se muda com qualquer tostão, a não ser para oportunistas ou pessoas de fraco caráter, que infelizmente – não faltam na política da terra Brasilis.

O importante é que os ideais da presidenta são os de toda uma geração que chega a postos de comando na vida pública e na vida privada: inclusão social, extinção da miséria e do analfabetismo, educação e saúde para a maioria da população e para todos (quando isso for possível), melhor distribuição da renda, investimento em infraestrutura de saneamento básico, industrialização e geração de maior número de empregos, soberania energética, credibilidade e respeito internacional com uma diplomacia pela paz e não subalterna a interesses de outrem.

É preciso entender que, ao ser eleita presidente de todos os brasileiros, num país de capitalismo incipiente de pouco mais de meio século e enquadrado numa geopolítica de dependência, Dilma Roussef terá a responsabilidade de caminhar entre o ideal e o possível (visto que não se pode e não se quer criar retrocessos políticos ou institucionais), procurando trilhar um caminho que  agregue forças produtivas, mentalidades formadoras de opinião, Universidade, Forças Armadas, sindicatos, movimentos sociais, enfim um grande caldo de interesses que são extremamente diversos numa sociedade de formação democrática recente e ainda insegura quanto aos passos a dar.

Portanto, os conservadores, os defensores de uma democracia tutelada e em causa própria, os coronéis do latifúndio agrário e midiático, os cultuadores do ‘american way of life’, os jornalistas de coleira, os acadêmicos que teorizam sobre valores em decomposição, os instigadores de preconceitos, os moralistas de ocasião, os juristas de uma só classe social, os religiosos obscurantistas e fundamentalistas, os que sustentam a impunidade dos crimes de colarinho branco, os defensores da porrada no lugar do diálogo, os quinta-colunas e as viúvas da ditadura ainda estão aí e vão continuar botando as manguinhas de fora. Será imperioso união, coragem e convicção para continuar a enfrentá-los e derrotá-los, pacientemente, no dia a dia...
  
E isso tudo começa hoje!

Agora a mídia:

 A mídia como braço terceirizado da oposição, está com os dias contados, pois a mesma precisa reconquistar e reconstruir a credibilidade perdida,  com os seus departamentos comerciais justo ao lado das redações (Como bem provou Luís Nassif com o Caso Veja), porém isto talvez ainda não seja para agora, pois é mais fácil transpor rios do que a velha mídia largar certos hábitos que lhe entortam a escrita. É provavelmente mais fácil redesenhar a pirâmide social do Brasil do que a recuperação inconteste da credibilidade de certa parte da imprensa brasileira. A credibilidade passa com certeza mais pelos fatos bem narrados do que pela opinião de certos especialistas mantidos pelas grandes corporações midiáticas.

A espetaculização e opinialização (neologismo meu eu acho) dos conteúdos jornalísticos, portanto ainda deve ser a tônica por algum tempo, o denuncismo vazio e a falta do contraditório que tira a legitimidade destes atores em muitos aspectos do cotidiano ainda serão tratados de forma superficial e com um viés do pensamento de quem paga a conta. Notícias que não merecem ser notícia em contraponto a coisas que merecem ser notícia e são digamos assim, varridas para debaixo do tapete.

A mídia estará sempre pronta para mostrar as mazelas do país de forma espetaculosa, o exemplo do tráfico de drogas, com certeza um grande problema  para a sociedade moderna, não só aqui no Brasil, visto que ele está espalhado em todo o mundo e certamente o mesmo causa muita insegurança e gera um custo enorme para o estado combatê-lo e ou coibí-lo. Todos se lembram da catarse midiática, com a invasão das favelas do Rio de Janeiro afinal de contas os bandidos saíram para o pau e a polícia obviamente aceitou a briga. O resultado final saiu até melhor que encomenda para a sociedade em geral, logo, para desgosto dos famiglias midiáticas.

Contudo, existe um outro tipo de tráfico que a imprensa não gosta muito de mostrar, ou melhor, pelo menos não gosta de mostrar a parte que interessa do famoso tráfico de influência. Este sim, um crime que causa estragos violentos ao estado e claro ao tecido social da nação.

O que é novo, felizmente, é o contraponto a mídia, que foi por exemplo realizado pela blogosfera nas eleições e em outros momentos de tentativa de desestabilizar o governo que ora se encerra. As famiglias ainda estão tontas  e seus jornalistas de capacho não entenderam ainda os novos atores na difusão da informação que tomou conta  da Internet, não existe mais a garantia de segredos (Que o diga o WikiLeaks), deixando-os  meio órfãos visto que agora não são mais a fonte única de informação (pior a informação que passavam se mostrou não confiável), acabou o sistema no qual há informações para todos e há informações para alguns.

E este contraponto continua hoje!

De tudo que está acontecendo, algumas perguntas seriam interessantes de se fazer.

E o  WikiLeaks?

A humanidade tem jeito ou o fim está próximo?

O Brasil com certeza tem!

E o fim?

"Quem sabe o rumo das naus errantes se tão grande o mar por se navegar!"


O futuro de uma sociedade é baseado nas escolhas das pessoas que a integram, o Brasil fez sua escolha e penso eu que a sociedade consegue interpretar melhor os seus destinos que as pessoas individualmente. A sabedoria das escolhas coletivas (Leia-se Democracia) é o que de mais poderoso a humanidade já produziu para o seu avanço e aperfeiçoamento e é mister que seja respeitada, sem contudo se esquecer da liberdade de escolher e de agir dos seus indivíduos.

O resto fica para depois!

Para terminar deixo para apreciaçõa a maravilhosa palestra sobre as escolhas proferida pela Shenna Iyengar no T.E.D.

 

Feliz ano novo!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Veja Só! Ela não Aprende!

Maravilhosa a carta resposta do ministro chefe da Controladoria Geral da União Jorge Hage, que foi publicada no Blog do Planalto e no site da CGU , àquela revista conhecida como a Última Flor do Fascio, como diz Paulo Henrique Amorim, devido à ridícula edição preconceituosa e torta de balanço do governo Lula, visto que a dita publicação não costuma dar direito de resposta a ninguém, resposta  esta em que eu concordo em gênero número e grau.

Veja: má vontade e preconceito conduzem à cegueira


Resposta do ministro Jorge Hage a editorial de balanço da revista Veja:

Brasília, 27 de Dezembro de 2010.

Sr. Editor,

Apesar de não surpreender a ninguém que haja acompanhado as edições da sua revista nos últimos anos, o número 52 do ano de 2010, dito de “Balanço dos 8 anos de Lula”, conseguiu superar-se como confirmação final da cegueira a que a má vontade e o preconceito acabam por conduzir.

Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se “de que país a Veja está falando?”. E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular. Se isso se aplica a todas as “matérias” e artigos da dita retrospectiva, quero deter-me especialmente às páginas não-numeradas e não-assinadas, sob o título “Fecham-se as cortinas, termina o espetáculo”. Ali, dentre outras raivosas adjetivações (e sem apontar quaisquer fatos, registre-se), o Governo Lula é apontado como “o mais corrupto da República”.

Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81? Ou será por ser este o primeiro Governo que fortaleceu a Controladoria-Geral da União e deu-lhe liberdade para investigar as fraudes que ocorriam desde sempre, desbaratando esquemas mafiosos que operavam desde os anos 90, (como as Sanguessugas, os Vampiros, os Gafanhotos, os Gabirus e tantos mais), e, em parceria com a PF e o Ministério Público, propiciar os inquéritos e as ações judiciais que hoje já se contam pelos milhares? Ou por ter indicado para dirigir o Ministério Público Federal o nome escolhido em primeiro lugar pelos membros da categoria, de modo a dispor da mais ampla autonomia de atuação, inclusive contra o próprio Governo, quando fosse o caso? Ou já foram esquecidos os tempos do “Engavetador-Geral da República”?

Ou talvez tenha sido por haver criado um Sistema de Corregedorias que já expulsou do serviço público mais de 2.800 agentes públicos de todos os níveis, incluindo altos funcionários como procuradores federais e auditores fiscais, além de diretores e superintendentes de estatais (como os Correios e a Infraero). Ou talvez este seja o governo mais corrupto por haver aberto as contas públicas a toda a população, no Portal da Transparência, que exibe hoje as despesas realizadas até a noite de ontem, em tal nível de abertura que se tornou referência mundial reconhecida pela ONU, OCDE e demais organismos internacionais.

Poderia estender-me aqui indefinidamente, enumerando os avanços concretos verificados no enfrentamento da corrupção, que é tão antiga no Brasil quanto no resto do mundo, sendo que a diferença que marcou este governo foi o haver passado a investigá-la e revelá-la, ao invés de varrê-la para debaixo do tapete, como sempre se fez por aqui.

Peço a publicação.

Jorge Hage Sobrinho
Ministro-Chefe da Controladoria-Geral da União


http://blog.planalto.gov.br/veja-ma-vontade-e-preconceito-conduzem-a-cegueira/

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Então é Natal!!!!




A todos que partilharam este espaço conosco, Feliz Natal e um belíssimo ano novo cheio de realizações! 2011 vem ai com novas desafios e novas conquistas para todos!
Portanto; que venha!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Eu vou voltando para casa!




Depois de três semanas fora de casa estudando, cheio de saudade, hoje é só alegria, estou na estrada, estou voltando para casa.

Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Era só fechar os olhos
E deixar o corpo ir
No ritmo
Hiê! Hiê!...
Depois era um vício
Uma intoxicação
Me corroendo as veias
Me arrasando pelo chão
Mas sempre tinha
A cama pronta
E rango no fogão...
Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez...
Às vezes é tormenta,
Fosse uma navegação.
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Tanto gozo e sussurro
Já impressos no colchão...
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão, fogão!...
Luz acesa
Me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
E vê! ê! ê! ê! ê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez...
Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Logo mais era um vício
Me arrasando pelo chão...
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão...
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão
Fogão! Fogão!...
Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando prá casa
Me vê! ê! ê! ê! ê! ê!
Que eu tô voltando prá casa...
Vêêêêêêêêêê!
Que eu tô voltando prá casa
Vê ê! ê! ê! ê
Que eu tô voltando prá casa
Outra veeeeeezz...
Eu tô voltando prá casa
Eu tô voltando!...

domingo, 5 de dezembro de 2010

A Esperança de Novos Tempos (Porque Hoje é Domingo)



A esperança de novos tempos com ideias que valem a pena ser disseminadas (TED - Ideas Sorth Spreading) e novas formas de combatividade como o Wikileaks, é um viva também aos tempos modernos. Vamos nos Permitir, como diz Lulu Santos na sua música com linda poesia que vale a pena refletir,

Eu vejo a vida
Melhor no futuro
Eu vejo isso
Por cima de um muro
De hipocrisia
Que insiste
Em nos rodear...
Eu vejo a vida
Mais clara e farta
Repleta de toda
Satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão...
Eu quero crer
No amor numa boa
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar, a força
Que tem uma paixão...
Eu vejo um novo
Começo de era
De gente fina
Elegante e sincera
Com habilidade
Pra dizer mais sim
Do que não, não, não...
Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há pra viver
Vamos nos permitir...
Eu quero crer
No amor numa boa
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar, a força
Que tem uma paixão...
Eu vejo um novo
Começo de era
De gente fina
Elegante e sincera
Com habilidade
Pra dizer mais sim
Do que não...
Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há prá viver
Vamos nos permitir...
E não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há pra viver
Vamos nos permitir...

sábado, 4 de dezembro de 2010

WikiLeaks, A caixa de Pandora!





Porquê o mundo precisa do WikiLeaks, Julian Assange teve uma ideia que é capaz de mudar o mundo, e está pagando um preço muito alto. Penso que é nosso dever apoiar o homem cuja luta é pela traparência da informação, contra os top secrets dos governos e empresas que pouco ligam para as pessoas, que no fundo são o que há de mais importante.

Ele já é o inimigo número um da América (O Estado Americano) e tem um mandato de busca da Interpol, e  portanto qualquer país que é signatário pode prendê-lo a qualquer  momento, inclusive países altamente democráticos como o Zimbábue ou o Paquistão. A Austrália, seu país natal, a Suécia, onde responde pelo crime de abuso sexual e estupro contra duas mulheres, sim duas, simultâneamente. Estranho, não?

Na Islândia e na Suíça, onde cogitou viver, também pode encontrar embaraços, agora que é caçado em troca de grande recompensa pelo Governo mais rico e influente do planeta. Parece que por enquanto, seus planos são se comunicar com a imprensa virtualmente, ou por vídeos gravados previamente (à la Osama Bin Landen) ou ainda por telefones celulares, via Skype.

No vídeo acima entrevista de Assange ao TED (Ideas Worth Spreading) em Julho deste ano. Vale a pena assistir, enquanto isso espero que ele continue na sua luta e que o seu WikiLeaks que a empresa americana EveryDNS.net eliminou de forma repentina na noite de quinta-feira última, o domínio WikiLeaks.org, o que impossibilitou durante horas o acesso ao site que já voltou ao ar com os endereços numéricos http://46.59.1.2/, http://88.80.13.160 e http://213.251.145.96/ como também os novos endereços  que são http://wikileaks.de/, http://wikileaks.fi/ e http://wikileaks.nl/, conseguidos na Alemanha, Finlândia e Holanda. Tomara que continue a abrir esta caixa de Pandora, para que ao menos possamos sonhar com um mundo mais transparente, mais solidário e mais humano.
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